terça-feira, 17 de junho de 2014

Vale mais uma vítima do que duas !


Abordar uma Vítima – condições de segurança


Quando nos depararmos com uma vítima, a primeira preocupação deve ser para com a nossa própria segurança. Assim, e antes de se aproximar de alguém que possa eventualmente estar em perigo de vida, deve assegurar-se primeiro que não irá correr nenhum risco, como por exemplo:

·         Ambiental choque elétrico, derrocadas, explosão, tráfego;
·         Intoxicaçãoexposição a gás, fumo ou outros tóxicos;
·         Infecioso tuberculose, hepatite, VIH, etc.

Na maioria das vezes uma avaliação visual adequada e um mínimo de cuidado são suficientes para garantir a existência das condições de segurança necessárias. Existe uma regra básica que nunca deve ser esquecida: o reanimador não deve expor-se a si ou a terceiros a maior risco do que o que corre a própria vítima.

Caso existam condições de segurança pode então aproximar-se da vítima.


Em caso de emergência ligue 112.



Emergência não é só doença

Incêndios Florestais



Porque estamos cada vez mais próximos da época mais terrível do ano para Portugal decidi fazer este post para alertar os cidadãos e para saberem o que fazer em caso de incêndio florestal 

Para sua segurança, se for 
surpreendido por um 
incêndio: 

Não entre em pânico. 

Procure sair da zona na 
direcção contrária à do vento. 

Não corra monte acima, o fumo e as chamas 
tendem a subir. 
Evite colocar-se em lugares com grande 
acumulação de combustíveis ou em pontos 
situados no sentido da direcção do incêndio. 

Procure uma zona com água ou pouca vegetação 
ou já queimada. 

Se ficar cercado pelo fogo, tente proteger-se da 
radiação, deitando-se no chão atrás de uma rocha 
grande, de um tronco 
ou numa depressão, 
cobrindo-se com terra. 

Proteja a cara com um pano molhado, pois facilita 
a respiração. 


Os incêndios florestais são 
uma das principais 
catástrofes em Portugal. 

As suas causas são variadas, 
mas uma grande parte 
dá-se por descuido humano. 

Por isso, a protecção da 
floresta começa em si. 



PREVENÇÃO 
DOS 
INCÊNDIOS 
FLORESTAIS 



Os incêndios florestais são 
uma das principais 
catástrofes em Portugal. 

As suas causas são variadas, 
mas uma grande parte 
dá-se por descuido humano. 

Por isso, a protecção da 
floresta começa em si. 




Se se encontrar numa casa na floresta e o fogo o 
impedir de fugir, deve fazer o seguinte: 
• Deixar as mangueiras abertas, dirigindo a água 
para o telhado e vegetação em redor; 
• Fechar portas, janelas, persianas e desligar o 
gás e a electricidade; 
• Permanecer no sítio mais seguro da casa; 
• Se a situação se complicar e tiver que sair, 
cobrir a maior parte do corpo, se possível com 
roupas molhadas, para se proteger do calor. 
Se estiver numa viatura e ficar cercado pelo fogo: 
• Não conduzir cegamente através do fumo, 
acender as luzes e os intermitentes; 
• Procurar previamente um caminho de saída; 
• Fechar as janelas e procurar uma zona sem 
vegetação ou já queimada; 
• Se o veículo se incendiar, sair imediatamente 
procurando cobrir a maior parte do corpo.

“Portugal sem fogos, depende de si”

, é uma 
campanha através da qual a GNR procura 
despertar um sentimento nacional de protecção à 
floresta, em que dada um dos portugueses, 
incluindo-o a si, sinta que pode realmente 
contribuir para a sua protecção, desde a prática 
de gestos individuais,
 até à fiscalização e 
denúncia de actos potencialmente perigosos de 
provocarem incêndios. 

Se ainda tem dúvidas de que realmente pode 
ajudar e contribuir, entã
o siga as recomendações 
que a seguir lhe damos, e verá como muitas 
coisas dependem de si. 

SE MORAR JUNTO À FLORESTA OU NO CAMPO 

Nunca deixe ao alcance das crianças fósforos ou 
isqueiros. 

Durante o período crítico e, fora dele, sempre que 
se verifique o índice de risco de incêndio muito 
elevado ou máximo, é proibido fazer queimadas 
ou fogueiras. 

Fora deste período, nunca faça fogueiras em dias 
de muito vento. Procure efectuá-las em dias 
húmidos e com pouco vento, a uma distância 
mínima de 100 metros dos limites da floresta. 

Nunca abandone as queimas e fogueiras acesas. 
Limpe o mato à volta da 
casa ou outras edificações, 
num raio de 50 metros, e 
retire as folhas, caruma e 
ramos dos telhados. 
Corte as árvores que 
ofereçam risco para a 
habitação. 

Guarde o gasóleo, as lenhas e outros 
produtos inflamáveis em locais seguros e 
isolados. 

Tenha em local de fácil acesso algumas 
ferramentas, como enxadas, pás e 
mangueiras, para ajudar no primeiro combate 
ao fogo. 

Separe as culturas com 
barreiras corta-fogo, como 
por exemplo, um caminho. 
Assim, pode evitar que as 
chamas passem de uma 
parcela para outra.

Os tractores, máquinas e veículos de 
transporte pesados, empregues em trabalhos 
nos espaços rurais, durante o período crítico 
de incêndios, é obrigatório: 

  • Possuírem dispositivos de retenção de faíscas ou faúlhas e dispositivos tapa-chamas nos tubos de escape ou chaminés;
  • Estarem equipados com um ou dois extintores de 6Kg, de acordo com a sua massa máxima.


QUANDO PASSEAR NA FLORESTA 

Nunca deite fósforos ou cigarros para o chão. 
Lembre-se que é proibido fumar nas áreas 
florestais. 
Quando circular de carro, 
apague bem os cigarros
 no 
cinzeiro do carro, e não 
deite as cinzas pela janela.


Nunca faça lume na floresta, nem mesmo para 
preparar comida. Leve o teu lanche já preparado, 
assim evitará fazer fogueiras. 
Se for mesmo imprescindível, lembre-se que só é 
permitido realizar fogueiras nos locais previstos e 
identificados para isso. 
Deve então: 
• Remover as folhas secas; 
• Fazer um círculo com pedras ao redor da 
fogueira, se não utilizar uma infra-estrutura já 
preparada; 
• Molhar bem o local que rodeia a fogueira; 
• Manter um recipiente com água por perto; 
• Vigiar atentamente a fogueira; 
• No final, deve apagá-la com terra ou água e 
nunca abandonar o local sem ter a certeza que 
as cinzas então completamente apagadas. 
No campo ou na floresta, nunca deixe nem 
atire para o chão, plásticos, papéis ou vidros. 
Ao sol, o efeito lupa do vidro pode provocar um 
incêndio. 
Todo o lixo deve ser colocado nos contentores 
próprios. Se estiver longe 
deles, guarde-o e deite-o 
fora mais tarde, quando encontrar um. 

LEMBRE-SE QUE O SEU CONTRIBUTO É 
FUNDAMENTAL 

Qualquer pessoa que 
detecte um incêndio 
florestal é obrigada a 
alertar as entidades 
competentes e a tentar a 
sua extinção. 
Se possível, ligue para o 
112
 ou 
117 
A rapidez do aviso pode salvar a floresta de um 
grande incêndio. 
COLABORE,
 Sempre que avistar acumulações de 
lixos ou alguém a fazer lume ou outros actos 
potencialmente perigosos de
 provocarem incêndios, 
ligue para a GNR.



in: folheto GNR , SEPSA, prevenção incêndios florestais

Apenas uma chamada !


LIGUE 112


Em caso de acidente ou doença súbita ligue 112.

A chamada é gratuita e está acessível de qualquer ponto do país a qualquer hora do dia. 
O 112 é o Número Europeu de Emergência, sendo comum, para além da saúde, a outras situações tais como incêndios, assaltos ou roubos. As chamadas efectuadas para o 112 são atendidas, em primeira linha, por uma Central de Emergência da PSP que apenas canaliza para os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM as chamadas que à saúde digam respeito.

A sua colaboração é fundamental:
Faculte toda a informação que lhe for solicitada, para permitir um rápido e eficaz socorro às vítimas. 

Informe, de forma simples e clara:
  • O tipo de situação (doença, acidente, parto, etc.);
  • O número de telefone do qual está a ligar;
  • A localização EXATA e, sempre que possível, com indicação de pontos de referência;
  • O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;
  • As queixas principais e as alterações que observa;
  • A existência de qualquer situação que exija outros meios para o local, por exemplo, libertação de gases, perigo de incêndio, etc.
Depois de feita a triagem da situação
Os operadores dos CODU indicam-lhe a melhor forma de proceder, enviando - se necessário - os meios de socorro adequados.
Lembre-se que as ambulâncias do INEM deverão ser apenas utilizadas em situação de risco de vida iminente.
No caso de não ser necessário enviar uma ambulância do INEM são dadas todas as informações sobre a melhor forma do doente ser transportado para as unidades de saúde adequadas.

Desligue o telefone apenas quando o operador indicar.

Da próxima vez que ligar 112 lembre-se:

As chamadas desnecessárias sobrecarregam o sistema, pondo em perigo de vida aqueles que realmente precisam de ajuda imediata. Os falsos alarmes afetam a capacidade de resposta às verdadeiras emergências.





segunda-feira, 16 de junho de 2014

Tudo tem uma lógica, uma sequência


O SIEM


Portugal tem, desde 1981, um Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).

O SIEM trata-se de um conjunto de entidades que cooperam com um objetivo: prestar assistência às vítimas de acidente ou doença súbita. Essas entidades são a PSP, a GNR, o INEM, os Bombeiros, a Cruz Vermelha Portuguesa e os Hospitais e Centros de Saúde.

O INEM é o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, do SIEM. O sistema começa quando alguém liga 112 - o Número Europeu de Emergência. O atendimento das chamadas cabe à PSP, nas centrais de emergência. Sempre que o motivo da chamada tenha a ver com a saúde, a mesma é encaminhada para os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.

Sempre que o CODU aciona um meio de emergência procura que o mesmo seja o que está mais perto do local da ocorrência, independentemente da entidade a que pertence (INEM, Bombeiros ou CVP).





quinta-feira, 22 de maio de 2014

E porque 1 minuto faz toda a diferença

À luz do conhecimento médico atual, considera-se que há três atitudes que modificam o resultado no socorro à vítima de paragem cardio-respiratória (PCR):

1. Pedir ajuda, acionando de imediato o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM);
2. Iniciar de imediato manobras de Suporte Básico de Vida (SBV);
3. Aceder à desfibrilhação tão precocemente quanto possível mas apenas quando indicado.

Estes procedimentos sucedem-se de uma forma encadeada e constituem uma cadeia de atitudes em que cada elo articula o procedimento anterior com o seguinte. Surge assim o conceito de Cadeia de Sobrevivência, composta por quatro elos ou ações, em que o funcionamento adequado de cada elo e a articulação eficaz entre os vários elos é vital para que o resultado final seja uma vida salva.

Os quatro elos da cadeia de sobrevivência são:

1. Acesso precoce ao Sistema Integrado de Emergência Médica - 112
2. Início precoce de SBV
3. Desfibrilhação precoce
4. Suporte Avançado de Vida (SAV) precoce
Cadeia de sobrevivência

ACESSO PRECOCE
O rápido acesso ao SIEM assegura o início da Cadeia de Sobrevivência. Cada minuto sem se chamar o socorro reduz a possibilidade de sobrevivência da vítima. Para o funcionamento adequado deste elo é fundamental que quem presencia uma determinada ocorrência seja capaz de reconhecer a gravidade da situação e saiba ativar o sistema, ligando adequadamente 112 (para poder informar o quê, onde, como e quem).
A incapacidade de adoptar estes procedimentos significa falta de formação. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.

SBV PRECOCE
Para que uma vítima em perigo de vida tenha maior hipótese de sobrevivência é fundamental que sejam iniciadas, de imediato e no local onde ocorreu a situação, manobras de SBV. Isto só se consegue se quem presencia a situação tiver a capacidade de iniciar o SBV.
O SBV permite ganhar tempo, mantendo alguma circulação e alguma ventilação na vítima, até à chegada de socorro mais diferenciado para instituir os procedimentos de SAV.

DESFIBRILHAÇÃO PRECOCE
A maioria das PCR no adulto ocorrem devido a uma perturbação do ritmo cardíaco a que se chama Fibrilhação Ventricular (FV). Esta perturbação do ritmo cardíaco caracteriza-se por uma atividade eléctrica caótica de todo o coração, em que não há contração do músculo cardíaco e, como tal, não é bombeado sangue para o organismo. O único tratamento eficaz para esta arritmia é a desfibrilhação que consiste na aplicação de um choque eléctrico, externamente a nível do tórax da vítima, para que a passagem da corrente eléctrica pelo coração pare a atividade caótica que este apresenta. A desfibrilhação eficaz é determinante na sobrevivência de uma PCR.
Também este elo da cadeia deve ser o mais precoce possível. A probabilidade de conseguir tratar a FV com sucesso depende do factor tempo. A desfibrilhação logo no 1º minuto em que se instala a FV pode ter uma taxa de sucesso próxima dos 100%, mas ao fim de 8-10 minutos a probabilidade de sucesso é quase nula.

SAV PRECOCE
Este elo da cadeia de sobrevivência é uma “mais-valia”. Nem sempre a desfibrilhação é eficaz, por si só, para recuperar a vítima. Outras vezes a desfibrilhação pode não ser sequer indicada. O SAV permite conseguir uma ventilação mais eficaz (através da entubação endotraqueal) e uma circulação também mais eficaz (através da administração de fármacos). Idealmente, o SAV deverá ser iniciado ainda na fase pré-hospitalar e continuado no hospital, permitindo a estabilização das vítimas recuperadas de PCR.
Integram também este elo os cuidados pós-reanimação, que têm o objectivo de preservar as funções do cérebro e coração.

Cadeia de Sobrevivência representa, simbolicamente, o conjunto de procedimentos que permitem salvar vítimas de paragem cardio-respiratória. Para que o resultado final possa ser, efetivamente, uma vida salva, cada um dos elos da cadeia é vital e todos devem ter a mesma força. Todos os elos da cadeia são igualmente importantes: de nada serve ter o melhor SAV se quem presencia a PCR não souber ligar 112.


in: www.inem.pt

TUDO É VENENO E NADA É VENENO, SÓ A DOSE FAZ O VENENO



O QUE FAZER EM CASO DE INTOXICAÇÃO?

Mantenha a calma. Não se precipite, mas não perca tempo! 
Contacte o CIAV - Centro de Informação Antivenenos > 808 250 143 

RESPONDA ÀS PERGUNTAS DO MÉDICO DO CIAV: 

QUEM 
Idade, sexo, gravidez … 

O QUÊ 
Nome do medicamento ou produto (se possível tenha a embalagem consigo), animal, planta … 

QUANTO 
Quantidade ingerida (aproximadamente) ou tempo de exposição ao produto 

QUANDO 
Há quanto tempo 

ONDE 
Em casa, na rua, no local de trabalho … 

COMO 
Em jejum, com alimentos, com bebidas alcoólicas … 

Siga as instruções indicadas. A sua colaboração é fundamental. 
Se não conseguir ligar para o CIAV ligue 112 ou dirija-se ao hospital mais próximo.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Mais do que um trabalho, uma PAIXÃO !



Olá a todos ! 
Como disse no meu primeiro post, sou Bombeiro nos BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS PINHELENSES.
Hoje, feriado, 1º de Maio, dia magnifico! Um dia de Sol impressionante acompanhado com um calor acolhedor como se fosse uma dia de Junho.
Sinceramente não tenho jeitinho nenhum para a escrita, tentei, mas hoje não me estão a sair as palavras certas para descrever o dia de voluntário de hoje... Pois bem vou por contar como foi o meu voluntário.
Cheguei ao CB por volta da 01:30h da manhã, um abuso de entrada num Quartel de Bombeiros sem dúvida, já que a entrada dos serviços são às 21h. Mas claro, tenho uma boa explicação para a esse atraso excessivo comunicado antecipadamente ao chefe de serviço. Neste 1º de Maio o meu primo Tiago, mais conhecido por ZIZA faz anos, e por isso, como bom primo/amigo às 00:00h do mesmo dia tem de se lhe cantar os parabéns como manda a tradição. E assim foi !
Como os meu tios tinham ido de "Lua de Mel" (comemorando os seus 25 anos de casados) a casa dele estava vazia e ora bem, festa ! 
Batendo as 12 badaladas os "Dj's" de serviço fizeram o favor de reproduzir a musica do Batatoon - "Hoje é o teu dia". Mas vá, ja chega de contar isto... Já parece mais um diário! 



Hoje o único trabalho que tive enquanto as breves horas de serviço (que foram perto de 20h de serviço) foi um transporte para o hospital da Guarda por volta das 12h, nada demais, uma senhora na casa dos 50 anos que já não me recorda o nome, fazia soro,apresentava poucas queixas que até aproveitou a pequena viagem para ter um leve sonito. Chegada ao hospital, na triagem, encontro o meu professor e amigo que é lá enfermeiro. Lá fez à senhora as perguntas básicas e lhe pôs a pulseira amarela e deu entrada na urgência. 
Tive uma breve conversa com o professor/enfermeiro e de seguida eu e a minha colega tivemos de fazer um retorno de uma senhora, que eu um dia já a tinha ido socorrer por volta das 03:330 h da manha, que apresentava dificuldade respiratória fazendo oxigénio em casa a 1,5 litros, à nossa chegada aumentamos-lhe o débito de O2 avaliando de seguida os valores da TA, SPO2, glicémia, entre outros, já nao me recordo dos valores, mas lembro-me que estava em hipertensão devido ao esforço que que estava a fazer para tentar respirar, mas... até com O2 ela tinha dificuldade em ventilar? É normal, com canula nasal e um extensor da mesma que tinha mais de 2 metros de comprimento até há bomba de O2, normal... Mas vá continuando...
Levamos a senhora que logo há entrada da ambulância citou que enjoava ao anda de carro, prevendo a situação de um possível vómito dei-lhe um saco de vómito. Viajem quase tranquila, a senhora a cada 500m apresentava movimentos de vómito mas nunca o fez, chegando a Pinhel eu pensava que a senhora aguentaria até Vascoveiro sem refluxo gástrico, mas f***-s* vomitou a 500m da casa dela, não aguentarias mais 500m?? 500m?? o que valeu foi que não sujou a ambulância, porque se não quem tinha de limpar era o preto... sempre o mesmo! Passado isso, regressamos ao CB onde não ouve mais trabalho, e ainda bem! É bom sinal!
Mas mesmo com estas peripécias continuo a AMAR ser BOMBEIRO! Continuo a AMAR ajudar os outros, a fazê-los felizes e a maior felicidade é quando chegamos ao destino o doente sai da ambulância e nos diz "Obrigado", não é um obrigado normal, é um obrigado com os olhos brilhantes e uma ternura magnífica que nem toda a gente consegue receber na vida, por isso, SER BOMBEIRO É MAIS DO QUE UM TRABALHO! É UMA PAIXÃO!


Post acabado de escrever a 2 de Maio - 18:49h
 não me aptece rever o post, por isso, cá vai !